Uma professora da rede pública municipal de Humberto de Campos passou a ser alvo de questionamentos que já chegaram ao conhecimento do Ministério Público do Estado do Maranhão.
Com remuneração mensal de aproximadamente R$ 16.400 — valor que se aproxima dos R$ 17 mil — a servidora é a profissionais que mais apresentou atestados médicos nos últimos anos, segundo levantamento preliminar solicitado junto ao setor competente.
Entre os documentos apresentados constam afastamentos por problemas de saúde. O que gerou maior repercussão no município foi um vídeo que circula nas redes sociais mostrando a professora participando de eventos e festas durante períodos em que estaria afastada das atividades escolares.
O vídeo provoca questionamentos por parte da população, pais de alunos e colegas de profissão, que cobram esclarecimentos sobre a regularidade dos afastamentos.
Devido a repercussão, o caso entrou na mira do Ministério Público, que poderá analisar se há necessidade de instauração de procedimento para apurar eventual irregularidade.
Entre educadores da rede municipal, o caso gerou debates sobre responsabilidade profissional e impacto das ausências na rotina escolar. Parte da categoria defende que toda situação deve ser rigorosamente apurada para preservar a credibilidade do serviço público. Até porque não é justo enquanto educadores da rede municipal de ensino estão desenvolvendo suas atividades com maestria, colega com salário de quase R$ 17 mil reais esteja empurrando atestados médicos e sendo vista em festa como se isso fosse normal por ela ser funcionária pública efetiva da gestão municipal.



